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domingo, 3 de outubro de 2010

Governo poupa em equipamento anti-motim
Cancelados blindados, substituídos por tecnologia sustentável.


Para os que subestimam a importância das Redes Sociais, aqui temos um bom exemplo da que é possível alcançar quando o povo virtual se mobiliza para combater uma qualquer aberração.

Como aqui denunciámos o Governo preparava-se para gastar 5 milhões de euros em carros anti-motim mas, segundo dizem, vai ser obrigado a recuar depois dos posts arrasadores e comentários apopléticos que inflamaram a internet nacional.

Para além do contributo inestimável para o corte da Despesa, e de redução da pegada ecológica, esta medida enquadra-se ainda na politica de repressão de rosto humano, sempre preferida pelo socialismo moderno quando se trata de dar porrada na malta.

O “ socialismo moderno, popular e moderado” do apregoado “estado social” de José Sócrates


«Ao contrário do que acontecia até agora, um pensionista com um rendimento anual de seis mil euros verá 2.112 euros dos seus rendimentos serem sujeitos a IRS já no próximo ano.
As medidas de combate ao défice anunciadas pelo Governo vão afectar directamente os rendimentos de mais de um milhão de pensionistas até agora isentos do pagamento de IRS. As contas foram feitas pelo economista Eugénio Rosa, do Gabinete de Estudos da CGTP. E apontam para um agravamento da factura fiscal para os pensionistas que recebem menos de seis mil euros por ano.
(...) Ao aumento de impostos, o presidente da Cáritas Diocesana de Portalegre e Castro Branco, Elicídio Bilé, soma a subida do IVA para os 23% e a redução na comparticipação dos medicamentos, para concluir que os casos de pobreza irão "agravar-se de forma significativa" ao longo do próximo ano. "Estamos a assistir a um corte brutal nos parcos rendimentos de muitos milhares de pessoas. É uma política cega, que nos leva a pensar que estas medidas foram decididas um pouco à pressa, acabando por afectar pessoas que já pouco têm para sobreviver."»

Excerto da notícia do jornalista Luís Maneta, inserta no suplemento de Economia do DIÁRIO DE NOTÍCIAS de 3 de Outubro de 2010. O título do post é de minha autoria.