Continuando a alimentar as imparáveis ninhadas de adjuntos de adjuntos de adjuntos, apesar dos ministeriais juízos sobre boas práticas, este é mais um episódio para acrescentar à bandalheira em cascata, em que se têm transformado as sub-ministeriais nomeações.
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quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Tudo Boas Práticas
Continuando a alimentar as imparáveis ninhadas de adjuntos de adjuntos de adjuntos, apesar dos ministeriais juízos sobre boas práticas, este é mais um episódio para acrescentar à bandalheira em cascata, em que se têm transformado as sub-ministeriais nomeações.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
A Lei (e o seu cumprimento) é o único instrumento que nos separa da barbárie

«O PCP vai pedir hoje ao procurador-geral da República, Pinto Monteiro, para verificar a legalidade da nomeação de António Castro Guerra, ex-secretário de Estado adjunto da Indústria quando Manuel Pinho era ministro da Economia, para a presidência de uma das empresas que "tutelou" - a Cimpor.
Desde Abril deste ano, quando Castro Guerra foi nomeado com o apoio da Caixa Geral de Depósitos, que o deputado comunista Honório Novo tem questionado o ministro das Finanças sobre a situação, que considera estar a violar a lei. Até agora, não obteve nenhuma resposta, nem oral nem escrita. E a comissão parlamentar de Ética não se quis pronunciar.
Numa carta dirigida a Pinto Monteiro, o PCP expõe a situação, para que o procurador possa tomar as "iniciativas de investigação que entenda adequadas". "Queremos que o procurador possa avaliar a conformidade legal ou não desta nomeação e do apoio que lhe foi dado pela CGD, accionista de referência", disse aos jornalistas Honório Novo, no âmbito das jornadas parlamentares do PCP que estão a decorrer em Santarém.
(...)»
Excerto da notícia da jornalista Sofia Rodrigues,publicada pelo jornal PÚBLICO de 12 de Outubro 2010. O título do post é de minha autoria.
Desde Abril deste ano, quando Castro Guerra foi nomeado com o apoio da Caixa Geral de Depósitos, que o deputado comunista Honório Novo tem questionado o ministro das Finanças sobre a situação, que considera estar a violar a lei. Até agora, não obteve nenhuma resposta, nem oral nem escrita. E a comissão parlamentar de Ética não se quis pronunciar.
Numa carta dirigida a Pinto Monteiro, o PCP expõe a situação, para que o procurador possa tomar as "iniciativas de investigação que entenda adequadas". "Queremos que o procurador possa avaliar a conformidade legal ou não desta nomeação e do apoio que lhe foi dado pela CGD, accionista de referência", disse aos jornalistas Honório Novo, no âmbito das jornadas parlamentares do PCP que estão a decorrer em Santarém.
(...)»
Excerto da notícia da jornalista Sofia Rodrigues,publicada pelo jornal PÚBLICO de 12 de Outubro 2010. O título do post é de minha autoria.
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ADENDA pelas 13h22m - Soube agora que Sua Excelência o Procurador-Geral da República, senhor Pinto Monteiro, meteu baixa. Espero que recupere rápidamente, a fim de dar despacho ao requerimento do PCP.
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