domingo, 23 de janeiro de 2011

O NÚMERO QUE NÃO COUBE NO CARTÃO DE CIDADÃO.


Os crânios que conceberam o Cartão do Cidadão devem ter achado que isso do Numero de Eleitor é coisa que não interessa a ninguém, e vai daí, aquilo que é uma das iniciativas mais positivas do Simplex lá ficou coxa na perna da cidadania.

Os problemas que isto está hoje a causar a muitos milhares de pessoas, e que terá mesmo impedido algumas de exercer o seu direito ao voto, não é novidade. Já nas anteriores eleições o problema ficou bem evidente, embora com menor expressão do que hoje por à data haver menos Cartões de Cidadão do que agora.

O que é que se fez entretanto para tentar minorar o problema? Salvo raras excepções, NADA.

A Comissão Nacional de Eleições que devia ter alertado para o problema e tomado medidas, pelo menos ao nível da divulgação, nada fez, e aquelas inovações tecnológicas que nos permitem consultar o número de eleitor através da Internet e de SMS estão obviamente dimensionadas para trabalhar na perfeição nos períodos em que não são necessárias, mas quando chega a hora da verdade acontece o mesmo que à embaixada de Portugal em Tunes, tiram férias.

Enfim restam as excepções, entre as quais aqui a Junta da Freguesia da Portela (PSD) que em todos os actos eleitorais mantém na Assembleia de Recenseamento um serviço que, sem deslocações, filas, ou esperas, fornece aos eleitores cá do bairro o numerozinho que não coube no Cartão de Cidadão, e que é indispensável para o exercício do indeclinável direito ao voto.


Sugestão
Aprendido numa mesa de voto nas anteriores eleições: criar no telemóvel um contacto Eleitor com o dito numero. Depois é só não esquecer que o pôs lá.

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